Taitiano Michel Bourez leva a primeira jóia da Tríplice Coroa e dedica a vitória ao compatriota Malik Joyeux, big rider que morreu em Pipeline
Por alguns minutos, Jihad Kohdr, o único brasileiro a chegar até as finais do WQS seis estrelas prime de Haleiwa, chegou a sentir o gostinho de conquistar o título. Mas o taitiano Michel Bourez estava inspirado e deixou para o paranaense de Matinhos apenas o segundo lugar. O havaiano Kekoa Bacalso completou o pódio, seguido pelo havaiano Dusty Payne, em quarto.Com segundo lugar na primeira jóia da Tríplice Coroa Havaiana, Jihad, que está em situação delicada no Circuito Mundial (43º), o WCT, passa do 20º para o quinto lugar no ranking do WQS, e garante a permanência na elite de 2009. Em agosto, o brasileiro também chegou à final do WQS seis estrelas prime da França. O taitiano passou de 17º para o segundo lugar depois do título e tambpem se classificou para o WCT.
- Eu sabia que algo ia acontecer aqui no Havaí. O ano de 2009 vai ser praticamente o meu primeiro ano no WCT - diz Jihad.
Nota 9,77 de taitiano define o campeão
Jihad saiu na frente na bateria final, mas logo perdeu o posto para o taitiano e o havaiano, que aproveitaram uma boa série de tubos e garantiram notas altas. A 8 minutos do fim, Jihad pegou uma boa direita, mas deixou a melhor onda da série passar para Michel Bourez. O taitiano arrancou 9,77 e praticamente definiu com quem ficaria o título.
Jihad saiu na frente na bateria final, mas logo perdeu o posto para o taitiano e o havaiano, que aproveitaram uma boa série de tubos e garantiram notas altas. A 8 minutos do fim, Jihad pegou uma boa direita, mas deixou a melhor onda da série passar para Michel Bourez. O taitiano arrancou 9,77 e praticamente definiu com quem ficaria o título.
Jihad até tentou ameaçar o taitiano, mas conseguiu apenas tirar o vice do havaiano no fim, somando 16,50. Bourez, que dedicou o título ao Malik Joieux, big rider taitiano que morreu em pipe em 2005, fez 16,77, e Kekoa, 15,83.
Jihad vence suas baterias nas quartas e semis
Desde as quartas-de-final, Jihad era o único representante brasileiro. Nesta fase da disputa, ele conseguiu avançar para as semifinais após conquistar a melhor soma (14,16) de sua bateria, que era formada ainda pelo australiano Joel Parkinson (13,40), o havaiano Dustin Barca (10.27) e o americano Tim Reyes (0).
Nas semifinais, mais uma vez o brasileiro levou a melhor em sua bateria. Com ondas menores que a fase anterior, as notas foram baixas, mas Jihad conseguiu somar 4,83 e avançar para a grande final da competição. O havaiano Dusty Payne ficou logo atrás (4,27), seguido pelo australiano Joel Parkinson (3,90) e pelo australiano Bede Durbidge (0,80), vice-líder do WCT.
Nas semifinais, mais uma vez o brasileiro levou a melhor em sua bateria. Com ondas menores que a fase anterior, as notas foram baixas, mas Jihad conseguiu somar 4,83 e avançar para a grande final da competição. O havaiano Dusty Payne ficou logo atrás (4,27), seguido pelo australiano Joel Parkinson (3,90) e pelo australiano Bede Durbidge (0,80), vice-líder do WCT.
- Dedico essa vitória ao meu amigo Malik Joyeux - diz Michel Bourez, referindo-se ao surfista de ondas grandes que morreu em 2005, em Pipeline, dias antes de a etapa do WCT começar.
Depois de Haleiwa, o circuito de acesso terá mais uma etapa seis estrelas prime. Será em Sunset. De lá, apenas os integrantes do WCT disputam o Pipeline Masters, último desafio da temporada.

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