Depois do tropeço na estréia, o brasileiro Adriano de Souza, o Mineirinho, conseguiu se recuperar e passou à terceira fase do WCT de Bali, na Indonésia. Nesta quarta-feira (quinta-feira no horário local), ele derrotou o indonésio Made Garut Widiart na repescagem da sexta etapa do Circuito Mundial de Surfe, a única móvel do calendário.O indonésio saiu na frente, com notas 2,00 e 5,00. Melhor brasileiro do ranking (sexto colocado), Mineirinho tinha pego apenas uma onda 3,50 até os 12 últimos minutos. Foi quando tirou um 7,67 para virar a bateria, deixando o rival à procura de 6,18. Mas o paulista não parou por aí. Nos momentos finais, trocou o 3,50 por um 6,50 e, com 14,17 pontos, só perderia se o rival tirasse nota 9,17.
Bruno Santos perde para 'chicano' por combinação
O niteroiense Bruno Santos, vencedor da etapa do Taiti e convidado em Bali, se despediu duas baterias depois, ao ser eliminado pelo americano Bobby Martinez. O "chicano" já tinha uma nota alta (8,33) e, a 1m42s do fim, conseguiu 9,83, deixando o brasileiro em combinação. Bruninho tinha 6,67 e 3,90.
O australiano Bede Durbidge, vide-líder do ranking, também foi um dos maiores destaques desta quinta. Ele somou 18,46 pontos (em 20 possíveis) para derrotar o compatriota Owen Wright.
A etapa de Bali é a única móvel no calendário do WCT. No ano passado, foi disputada em Arica, no Chile. Antes disso, passou pelo México e pelas Ilhas Reunião.
Jihad também cai
Terceiro brasileiro a entrar na água na repescagem, Jihad Khodr não teve lá muita sorte. Em uma bateria que deu poucas oportunidades aos surfistas, Jihad pegou apenas cinco ondas e conseguiu apenas 7,50. O australiao Tom Whitaker, que surfou apenas quatro ondas, teve melhor aproveitamento e terminou com 9,27.

Com notas altíssimas, quase todos os principais candidatos ao título do WCT deste ano começaram bem em Bali, na etapa móvel do circuito. Kelly Slater, Joel Parkinson, Mick Fanning e Andy Irons estão entre os nomes que se garantiram na terceira fase da competição nesta quarta-feira. O primeiro deles a entrar na água foi o havaiano Andy Irons, na quinta bateria. Ele somou 18,40 (de 20 possíveis) em suas duas melhores ondas e derrubou o havaiano Dane Reynolds (10,17) e o australiano Daniel Ross (5,37). Duas baterias depois, foi a vez de Joel Parkinson, segundo colocado no ranking do WCT, avançar. Ele também obteve 18,40 e, por muito pouco, deixou para trás o brasileiro Bruno Santos (18,03). O sul-africano Jordy Smith (14,50) ficou em terceiro. Kelly Slater, octacampeão mundial e líder do ranking deste ano, foi a estrela do dia. Ele foi à água na oitava bateria, somou 19,17 e não deu chances ao americano Tim Reyes (15) ou ao convidado local Komang Goga Suijaya (9,33). Na seqüência, Mick Fanning, número 4 do ranking, também se garantiu na terceira fase. O atual campeão do WCT não foi tão brilhante, mas seus 14,67 foram suficientes para bater, com folga, o americano Taylor Knox (6,93) e o australiano Owen Wright (6,60).







Todos os sete brasileiros que entraram em ação nesta quinta-feira foram eliminados do WQS de Huntington Beach, na Califórnia. Entre eles, o ubatubense Hizunomê Bettero, terceiro colocado no ranking. As últimas esperanças do país na etapa seis estrelas da divisão de acesso mundial estão no cearense Pablo Paulino e no carioca Yuri Sodré, que ainda vão estrear. Pablo enfrentará o alemão Marlon Lipke, o francês das Ilhas Reunião Romain Cloitre e o havaiano Jesse Merle-Jones.Yuro terá pela frente os atralianos Nic Muscroft e Julian Wilson e o costa-riquenho Federico Pilurzu. Além de Hizunomê, foram eliminados nesta quinta Pedro Henrique, Jean da Silva, Wiggolly Dantas, Alejo Muniz, André Silva e Jean da Silva.
Vencedor de 

Na direita considerada a mais longa do mundo, vitória impecável do melhor surfista de todos os tempos contra o atual campeão mundial. Nesta quinta-feira, Kelly Slater conquistou o tetracampeonato do WCT de Jeffreys Bay, na África do Sul, ao derrotar na final o australiano Mick Fanning, com direito a uma combinação. Foi o
Taiti
O americano não parava. Foi com tudo em mais uma onda que parecia fraca, mas deu um floater e levou 5,60. Mick foi na onda que vinha atrás, melhor. O australiano, porém, não conseguiu finalizá-la e, com 4,73, perdeu a chance de virar. Precisava agora de 9,37.
Quarto colocado no ranking mundial, Adriano de Souza, o Mineirinho, já está entre os oito melhores surfistas do WCT de Jeffreys Bay, na África do Sul. Ele venceu duas baterias nesta quarta-feira, contra o australiano Michael Campbell e o americano Bobby Martinez, e se garantiu nas quartas-de-final da etapa sul-africana do Circuito Mundial. Seu próximo adversário, porém, será uma grande pedreira: o americano Kelly Slater, octacampeão mundial, líder do ranking e surfista que o eliminou em J-Bay no ano passado e na Gold Coast, em março. O GLOBOESPORTE.COM transmite as finais ao vivo, a partir das 2h (de Brasília). Com isso, as primeiras baterias das quartas serão entre os líderes do ranking: o primeiro duelo é entre os australianos Joel Parkinson e Bede Durbidge, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Bede derrotou o havaiano Roy Powers, e Joel bateu seu compatriota Kai Otton, que por pouco não virou depois de um belo tubo. Precisava de 8,28 e tirou 7,17.

O segundo dia de SuperSurf terminou com um novo recorde nas ondas de Ubatuba. Thiago de Souza tirou 9,5 na bateria em que despachou o número 5 do ranking, Wilson Nora. O cearense aumentou para 16,27 pontos o maior placar desta penúltima etapa, e vai encarar o vice-líder William Cardoso. O niteroiense Bruno Santos, campeão do WCT de Teahupoo este ano, também avançou para a terceira fase ao eliminar o capixaba Michel Gratz. (No vídeo ao lado, saiba tudo que rolou nesta quinta-feira no Supersurf)
As direitas consideradas as mais perfeitas do mundo fizeram valer a fama no primeiro dia do WCT de Jeffreys Bay, na África do Sul. Elas foram o palco ideal para que os melhores surfistas do mundo. Líder do ranking, o americano
O havaiano Andy Irons, tricampeão mundial, 

O potiguar Danilo Costa abriu a etapa de Ubatuba do SuperSurf com a nota recorde de 9,33. O potiguar é um dos doze surfistas com chances matemáticas de pegar a ponta do ranking na Praia de Itamambuca. Dos líderes, o único que não estreou com vitória foi o catarinense Marco Polo, que foi mandado para a repescagem pelo trialista Victor Ribas. - Competi com uma prancha nova, primeira onda da bateria nota 9,33, acho que tem coisa boa para mim aqui. Tomara que seja um sinal bom para mim, porque estou querendo muito retomar o título brasileiro para o Rio Grande do Norte. O último foi do Joca Junior em 1996 aqui nessa praia mesmo, lembro que fiquei emocionado assistindo, com lágrimas no rosto. Tem uma história a ser seguida que não pode parar e vou tentar levar este título para Natal de novo - promete Danilo. Além do 9,33 da primeira onda, o natalense ganhou nota 5,87 em sua última atuação para atingir imbatíveis 15,20 pontos e encabeçar as duas listas de recordes do SuperSurf de Ubatuba no primeiro dia. Sua vitória sobre o cearense Angelino Santos e o ubatubense Saulo Junior foi logo depois da reedição da final de 2004 na Praia de Itamambuca vencida pelo carioca Pedro Muller. Só que dessa vez o cearense Adilton Mariano vingou a derrota e também mandou para a repescagem o igualmente muito experiente Wagner Pupo.
Já a primeira vitória do SuperSurf de Ubatuba foi comemorada pelo catarinense Davi de Jesus, atualmente o melhor dos estreantes da elite nacional neste ano. Ele abriu a primeira fase classificatória derrotando o niteroiense Guilherme Herdy e o carioca Leandro Bastos para avançar direto para a terceira fase pela primeira vez na temporada. As triagens abriram a competição, com o paulista Bruno Moreira e o cabo-friense Victor Ribas ficando com as duas vagas que completaram a primeira fase classificatória, iniciada em seguida. A primeira vitória foi comemorada pelo catarinense Davi de Jesus, mas os primeiros recordes do SuperSurf de Ubatuba foram registrados pelo potiguar Danilo Costa, um dos doze surfistas com chances matemáticas de pegar a ponta do ranking na Praia de Itamambuca. Dos líderes, o único que não estreou com vitória foi o catarinense Marco Polo, que foi mandado para a repescagem pelo trialista Victor Ribas. O número 1 do ranking, Jano Belo, venceu a sua bateria por seis décimos de diferença do vencedor das triagens, Bruno Moreira, graças a ótima onda nota 9 que surfou nos minutos finais, encerrada com o tricampeão brasileiro Peterson Rosa em último lugar. Ajudado pela desistência do catarinense William Cardoso, que machucou o tornozelo e acabou não competindo, Jano assumiu a liderança na terceira bateria, em Maresias, São Sebastião (SP).
O carioca Igor Morais está pronto para mais uma etapa do SuperSurf. Ele começou o ano se adaptando às regras do jogo e agora faz uma avaliação do seu desempenho na elite brasileira em seu ano de estréia.Confira entrevista com o novo top do circuito brasileiro profissional.








Maiores rivais da história recente do surfe mundial, Kelly Slater e Andy Irons dividiram as ondas de Mentawaii, norte de Sumatra, na Indonésia. A sessão durou cerca de 5h, em ondas de 2m. Eles foram acompanhados pelo campeão mundial de 1989, Martin Potter. Segundo a imprensa local, os surfistas estavam gravando um documentário sobre a rivalidade entre eles para um canal de televisão americano.


